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Quarta-feira, 16/11/2016 às 11:49 atualizado em 18/11/2016 às 18:05

Pena pode ser de 4 anos, diz delegada sobre racismo contra Titi Gagliasso

De acordo com delegada Daniela Terra, os perfis dos criminosos serão identificados mesmo se forem deletados.

Luciana Tecidio Do EGO, no Rio

Delegada Daniela Terra (Foto: Anderson Barros/ EGO)Delegada Daniela Terra
(Foto: Anderson Barros/ EGO)

A pena para os criminosos do caso de racismo contra a filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank pode chegar a 4 anos de reclusão. Segundo a delegada Daniela Terra, responsável pelo caso, eles responderão por preconceito, injúria qualificada e, além disso, por crime de racismo do Artigo 22. A pena é de reclusão de 1 a 4 anos. "Até agora nós temos dois perfis para identificar. O que quero dizer aqui é que infelizmente o mal uso da internet, das redes sociais e os hackers disseminam o ódio.Nós vamos identificar eles apagando ou não os seus perfis", disse ela.

Bruno Gagliasso esteve na manhã desta quarta-feira, 16, na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), no Rio, para registrar queixa por conta de comentários racistas contra a filha, Titi, de 2 anos. A delegada Daniela Terra também informou que a polícia investiga a possibilidade desses criminosos terem alguma conexão com os ataques sofridos por Ludimillah e Taís Araujo: "Pode ser sim, que agora, quando iniciamos a investigação, se descubra uma ligação desses grupos"

"Esses criminosos serão identificados. Eles se utilizam da internet como subterfúgio, acreditando que estão passando despercebidos por estarem em uma rede social, mas não estão. Não adianta, a polícia civil tem tecnologia suficiente para identificar esses cerimoniosos que serão punidos e individualizados e punidos ao rigor da lei", disse.

Titi Gagliasso foi adotada por Bruno e sua mulher, Giovanna Ewbank, este ano, no Malauí, na África. Uma foto de Titi publicada por Giovanna em uma rede social foi alvo de comentários preconceituosos. "Você e seu marido até que combinam, mas a criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África", escreveu um usuário cujo perfil já foi excluído.

Delegada Daniela Terra (Foto: Anderson Barros/ EGO)Delegada Daniela Terra (Foto: Anderson Barros/ EGO)
Delegada Daniela Terra (Foto: Anderson Barros/ EGO)Delegada Daniela Terra (Foto: Anderson Barros/ EGO)